Eu sou viciada.
E dentre todos os meus vícios, alguns se sobressaem... como jogadores excelentes em um time de futebol. Só que, no caso, o objetivo do time é ocupar meus dias, consumir minha mente e destroçar minhas ambições.E lá vou eu, mais uma vez superá-los.
Vejamos: chocolate.Ah, eu posso passar uma semana sem chocolate! Isso é tranquilo. Tá, primeiro dia, sinto aquela falta... mas nada que não vá passar. Vou dormir, é isso aí, assim eu esqueço. Acordo. Bom, não tenho tempo para o café da manhã, tenho que sair correndo, vou só pegar um Sonho de Valsa e, opa, pera aí! NADA de chocolate, Ângela. Ufa, cérebro, que bom que lembrou que eu tô parando e tudo o mais. Ah, eu fico sem comer nada, logo eu almoço mesmo. Almoço do R.U. aquela maravilha! Ah, mas um chocolatinho de sobremesa e tudo bem! NÃO, chocolate não. Ai, mas uma semana é complicado, porque não dia sim, dia não? Ah, bem melhor agora, ontem não comi, hoje já posso!Conclusão: reflexão, resolução, abstinência, fraqueza e desistência.
O tempo tudo cura? Quem dera!
The Donnas. Ah, não aguento mais ouvir todo santo dia, isso é loucura, nem meus vizinhos devem suportar! Tá, vou começar a escutar outras coisas, sei lá. Vou lavar o chão. Mas que desânimo, falta uma musiquinha! Ah, vou por alguma coisa... Bikini Kill, Distillers, ACDC, Le Tigre.. ai, tá faltando alguma coisa. Isso tem que parar, eu prometi pra mim mesma! Bom, eu prometi pra mim mesma, pelo menos não vou decepcionar ninguém além de mim. E eu não vou me importar. Ou vou?
E é assim sempre. Com tudo, tudo.Eu sou uma pessoa fraca, não cumpro o que prometo. Ainda mais quando as promessas são feitas pra mim mesma! Mas a tentação me persegue, desfila frente aos meus olhos enlouquecida! E eu? Desisto, como sempre.
E se eu esqueço promessas sérias só de olhar pra chocolates e pra pasta "Donnas", imagina o que não acontece com as minhas paixões.
AH, QUE INSUPORTÁVEL!
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Assinem!
Não se pode desistir de lutar!
Gostaria de pedir a ajuda de quem puder assinar esse abaixo-assinado em defesa dos animais.
É um projeto super bacana, para eliminar variadas formas de crueldade e garantir os seus direitos!
http://www.leideprotecaoanimal.com.br/
"Tome partido. Neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. Silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado"- Elie Wiesel
Gostaria de pedir a ajuda de quem puder assinar esse abaixo-assinado em defesa dos animais.
É um projeto super bacana, para eliminar variadas formas de crueldade e garantir os seus direitos!
http://www.leideprotecaoanimal.com.br/
"Tome partido. Neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. Silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado"- Elie Wiesel
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Decepção [2]
A decepção dói.
Se decepcionar-me com o vestido que não tinha meu tamanho já era triste, mais triste ainda é essa de agora. Engraçado como a vida te trata... Por mais que tu se preocupe, não adianta, as pessoas não se preocupam. Por isso o mundo é uma bosta: um monte de gente pensando APENAS em si próprio e chutando qualquer um que passe pela frente. Não que eu tenha um pensamento utópico de "vamos colher flores no parque e ser feliz"... eu só acho que a gente pode, sim, respeitar os outros e mesmo assim viver bem. Já dizia minha professora da primeira série "teu espaço termina onde começa o do outro" (no caso era em relação às classes e às constantes brigas "ele roubou meu lugar! ") mas apliquemos ao mundo real.
Ninguém tem o direito de ferir os sentimentos dos outros, mas acontece, não é um erro imperdóável. O que não se perdoa é a mentira, que joga o outro no fundo do poço e joga pedras por cima. É muito fácil levar a vida usando uma máscara, sendo a vítima. Mas e quando a máscara cai e tu é tão vilã quanto quem tu acusava?
Eu não sou a eterna vilã: já decepcionei demais, sim, já magoei demais; mas também já sofri baques imensos, já "levei na cara" vezes demais. Acho que a vida é assim, sejamos realistas: um pouco de casa coisa, nem sempre se pode estar bem. Mas tem coisas que é difícil, pra não dizer impossível, de engolir - tipo a comida do R.U sem suco, em dia que não tem arroz.
Mas, apesar de tudo, A AMIZADE É SEMPRE MAIS FORTE.
Por mais que estejamos irritados, tristes ou magoados, a gente lembra dos nossos amigos, onde as coisas boas sempre superam as ruins (senão não seria amigo, né!) e sabe que tem um porto seguro.
Não tão seguro depois que eles traem tua confiança...
mas, no fundo tu sabe...
se teu amigo destrói teu castelo e te deixa em ruínas - se for teu amigo MESMO - com certeza te ajudará a construir um novo, mais bonito e forte, porque A AMIZADE É MAIOR QUE TUDO.
Foto: um exemplo de amizade.sábado, 10 de maio de 2008
Às vezes.
Às vezes, eu só queria descansar um pouco. Pegar uns filmes e comer Doritos, pensar na vida debaixo das cobertas e tentar ser uma pessoa normal.
Li no blog da Carol [http://www.pipoca-com-sal.blogspot.com/] um texto maravilhoso sobre as manias dela. Não posso deixar de citar uma das minhas: deixar tudo pra última hora. Mas, embora isso esteja constantemente me deixando exausta (por passar madrugadas a fio terminando trabalhos e lendo livros), o que mais me atrapaha é o fato de eu querer tudo bem feito. Passei uma semana arcando com minha "irresponsabilidade" e fiquei sem postar todo esse tempo: falhei. Isso já não é um blog bem feito, se é que um dia ele chegou a ser. E isso tudo me faz repensar a idéia de tê-lo.
Não que muitos leiam, é mais por consideração aos meus pensamentos, os quais estão
explodindo dentro da minha cabeça: vou tentar postar mais seguidamente. Não que eu tenha muito a dizer, mas por não ter que manter todas essas idéias dentro de mim.
É, às vezes eu queria saber organizar meu tempo. Na verdade, acho que todo mundo sabe, é falta de empenho mesmo.
Às vezes, eu queria poder parar de arranjar desculpas pra todas as minhas falhas.
Até!
Li no blog da Carol [http://www.pipoca-com-sal.blogspot.com/] um texto maravilhoso sobre as manias dela. Não posso deixar de citar uma das minhas: deixar tudo pra última hora. Mas, embora isso esteja constantemente me deixando exausta (por passar madrugadas a fio terminando trabalhos e lendo livros), o que mais me atrapaha é o fato de eu querer tudo bem feito. Passei uma semana arcando com minha "irresponsabilidade" e fiquei sem postar todo esse tempo: falhei. Isso já não é um blog bem feito, se é que um dia ele chegou a ser. E isso tudo me faz repensar a idéia de tê-lo.
Não que muitos leiam, é mais por consideração aos meus pensamentos, os quais estão
explodindo dentro da minha cabeça: vou tentar postar mais seguidamente. Não que eu tenha muito a dizer, mas por não ter que manter todas essas idéias dentro de mim.
É, às vezes eu queria saber organizar meu tempo. Na verdade, acho que todo mundo sabe, é falta de empenho mesmo.
Às vezes, eu queria poder parar de arranjar desculpas pra todas as minhas falhas.
Até!
sábado, 26 de abril de 2008
Shoppings
Antes de começar, preciso avisar aos possíveis leitores que esta é mais uma das teorias (furadas) que não acrescentam nada. Mas, recado dado, vou começar. Shoppings são lugares estranhos. Não sei, acho que existe algum tipo de sistema de ondas no ar que transforma absurdamente qualquer elemento que esteja exposto ele. Então, está tudo bem naquela tarde de sábado até ue tu pensa "por que não ir ao shopping?", bacana o passeio: troca o pijama por aquele jeans básico com regata e a pantufa por um All Star qualquer. Ao que tu chega no shopping, depara-se com tantas moças "bem vestidas", com seus escarpins novíssimos e blusas "do momento", que tu já pensa "Opa, pequena confusão, meu inconsciente me trouxe para uma boate!". Olha lá fora e vê o sol brilhando; para os lados, vitrines brilhando. Ah, tá, é aqui mesmo, como estou ultrapassada!
Corredores cheios de pessoas frenéticas, um exército de compradores; nas lojas, então, é uma guerra. Aliás. eu sempre comparo lojas grandes com a selva: as compradoras experientes eliminam as outras muito fácil! Correr, por na sacola, lutar pela última peça com unhas e dentes, arranjar uma vendedora - não é fácil. Prosseguindo: tu vê tudo isso e pensa como o mundo é um lugar mesquinho e as pessoas pensam pequeno. São só objetos/roupas! E agradece por ser diferente.
Eis que passam uns 10 minutos (ou algumas vitrines). A transformação já ocorreu, infelzmente, e nem deu pra notar! Comprar passa a ser a coisa mais importante do mundo, agora, estamos na selva também e queremos ser o caçador. A bolsa que antes seria apenas "bonita" agora aparece como "tudo que eu preciso na minha vida", o preço exorbitante cobrado por ela (antes: "que horror, que tipo de gente paga isso por um pedaço de tecido!?"/imensa divagação a respeito de como o Sistema é desumano) agora é "ai, meu coração dói! Eu acho que eu vou morrer, aliás, é melhor que eu morra mesmo..." e o vestido que não tem no teu tamanho (antes: "que pena, acontece") é "eu NUNCA MAIS vou ser feliz".
O que aconteceu? Não se sabe... Talvez Freud explique, mas esse blog não é dele, é meu. O modo como as pessoas mudam dentro de um shopping deveria ser estudado, o ar condicionado deles deve ter algum tipo de essência maluca, ondas invisíveis devem penetrar nos cérebros, algo assim.
Então, após horas insanas de luta, vamos, exaustos, para a casa, ainda com lágrimas nos olhos por não ter comprado aquela magnífica bota de lutador de boxe verde-limão que ficaria in-crí-vel com, e apenas com, aquela blusa de uma alça só amarela berrante que compramos no shopping mês passado e ainda não usamos. Cansados e endividados, voltamos para nossos lares, e resolvemos dar uma olhadinha nas compras. Aí temos lágrimas de verdade! POR QUE, meu Deus, compramos tudo isso?
Chega o momento áureo: pensamos sobre como o mundo é injusto, como existem diferenças sócio-econômicas horrendas, como colaboramos para isso tudo ser do jeito que é, como não temos vergonha na cara e não ajudamos ninguém, como até o cachorro parece triste, como as folhas caem melancólicas da árvore ali fora e como existem crianças na África passando fome. Então, decidimos, de uma vez por todas, parar com tudo isso e sermos pessoas melhores. Shopping, nunca mais! Até que chega o próximo sábado tedioso, claro.
Corredores cheios de pessoas frenéticas, um exército de compradores; nas lojas, então, é uma guerra. Aliás. eu sempre comparo lojas grandes com a selva: as compradoras experientes eliminam as outras muito fácil! Correr, por na sacola, lutar pela última peça com unhas e dentes, arranjar uma vendedora - não é fácil. Prosseguindo: tu vê tudo isso e pensa como o mundo é um lugar mesquinho e as pessoas pensam pequeno. São só objetos/roupas! E agradece por ser diferente.
Eis que passam uns 10 minutos (ou algumas vitrines). A transformação já ocorreu, infelzmente, e nem deu pra notar! Comprar passa a ser a coisa mais importante do mundo, agora, estamos na selva também e queremos ser o caçador. A bolsa que antes seria apenas "bonita" agora aparece como "tudo que eu preciso na minha vida", o preço exorbitante cobrado por ela (antes: "que horror, que tipo de gente paga isso por um pedaço de tecido!?"/imensa divagação a respeito de como o Sistema é desumano) agora é "ai, meu coração dói! Eu acho que eu vou morrer, aliás, é melhor que eu morra mesmo..." e o vestido que não tem no teu tamanho (antes: "que pena, acontece") é "eu NUNCA MAIS vou ser feliz".
Freqüentadora típica de Shoppings Centers.
O que aconteceu? Não se sabe... Talvez Freud explique, mas esse blog não é dele, é meu. O modo como as pessoas mudam dentro de um shopping deveria ser estudado, o ar condicionado deles deve ter algum tipo de essência maluca, ondas invisíveis devem penetrar nos cérebros, algo assim.
Então, após horas insanas de luta, vamos, exaustos, para a casa, ainda com lágrimas nos olhos por não ter comprado aquela magnífica bota de lutador de boxe verde-limão que ficaria in-crí-vel com, e apenas com, aquela blusa de uma alça só amarela berrante que compramos no shopping mês passado e ainda não usamos. Cansados e endividados, voltamos para nossos lares, e resolvemos dar uma olhadinha nas compras. Aí temos lágrimas de verdade! POR QUE, meu Deus, compramos tudo isso?
Chega o momento áureo: pensamos sobre como o mundo é injusto, como existem diferenças sócio-econômicas horrendas, como colaboramos para isso tudo ser do jeito que é, como não temos vergonha na cara e não ajudamos ninguém, como até o cachorro parece triste, como as folhas caem melancólicas da árvore ali fora e como existem crianças na África passando fome. Então, decidimos, de uma vez por todas, parar com tudo isso e sermos pessoas melhores. Shopping, nunca mais! Até que chega o próximo sábado tedioso, claro.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Quero aprender também!
DECEPÇÃO. Palavra forte, né? Eu acho.
Mas, por um lado, o "medo" que ela dá é idiota. Porque o dia inteiro é composto de decepções. Aquele vestido lindo na vitrine (que não tem no teu tamanho), o risoto no lugar do arroz R.U. (e tu não come carne), descobrir que teu amigo usa a mesma camiseta por 3 dias no inverno (viu só, preservei teu nome!)... São coisas que parecem simples, mas não são. Porque, poxa, a gente merece o melhor! E daí vem o "não tão ruim" ou "podia ser pior". Óbvio que pode sempre ser pior... decepções têm níveis!
Vamos ao Orkut, grande ferramenta de informações (in)úteis da vida alheia:
DECEPÇÃO não mata,ENSINA VIVER (1.685.012 miembros)
Decepção Não MATA, Engorda! (24.533 miembros)
Se decepção mata tô morto! (20.657 miembros)
Decepção ñ mata,ensina a BEBER (8.142 miembros)
Bom... dá pra ter uma idéia de que todo mundo se decepciona na vida. :D (ou seria :/?)
E até aprenderam coisas com isso! Um dia, então, talvez eu aprenda algo, além de ficar inconformada!
Eu penso tanto quando ouço Nenê Altro cantando, na música Um Dia Comum:
"É só mais um dia comum, em que o céu desaba e estrelas de lata ferem nossas mãos. É só outra ambição a ser cultivada e depois destroçada. É só outra ilusão!". Pois é, a vida é feita de ilusões. Ilusões que são destruídas uma a uma, até que - um dia - alguma dá certo. E vem a pergunta: pra quê então? Porque não podemos deixar de sonhar, amigos.
Mas, por um lado, o "medo" que ela dá é idiota. Porque o dia inteiro é composto de decepções. Aquele vestido lindo na vitrine (que não tem no teu tamanho), o risoto no lugar do arroz R.U. (e tu não come carne), descobrir que teu amigo usa a mesma camiseta por 3 dias no inverno (viu só, preservei teu nome!)... São coisas que parecem simples, mas não são. Porque, poxa, a gente merece o melhor! E daí vem o "não tão ruim" ou "podia ser pior". Óbvio que pode sempre ser pior... decepções têm níveis!
Vamos ao Orkut, grande ferramenta de informações (in)úteis da vida alheia:
DECEPÇÃO não mata,ENSINA VIVER (1.685.012 miembros)
Decepção Não MATA, Engorda! (24.533 miembros)
Se decepção mata tô morto! (20.657 miembros)
Decepção ñ mata,ensina a BEBER (8.142 miembros)
Bom... dá pra ter uma idéia de que todo mundo se decepciona na vida. :D (ou seria :/?)
E até aprenderam coisas com isso! Um dia, então, talvez eu aprenda algo, além de ficar inconformada!
Eu penso tanto quando ouço Nenê Altro cantando, na música Um Dia Comum:
"É só mais um dia comum, em que o céu desaba e estrelas de lata ferem nossas mãos. É só outra ambição a ser cultivada e depois destroçada. É só outra ilusão!". Pois é, a vida é feita de ilusões. Ilusões que são destruídas uma a uma, até que - um dia - alguma dá certo. E vem a pergunta: pra quê então? Porque não podemos deixar de sonhar, amigos.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Procurando
Eu tenho uma teoria. Aliás, eu tenho muitas teorias. Mas, então, é sobre procurar. A gente passa a vida toda procurando: um emprego, um namorado, uma casa, uma razão pra existir. E essa tal razão pra existir? Eu acho que dá pra encontrar em vários lugares: na religião, nos esportes, numa paixão, num copo, num corpo, nas drogas... E foi numa dessas minhas conversas (filósofa de buteco até o fim!) que eu descobri: é a maneira de cada um achar a Verdade da Vida.
A Verdade da Vida é a melhor coisa que deve existir. É a luz, o ar. Chegar perto dela é uma sensação inexplicável: só quem já deixou escapar por entre os dedos as nuvens da Verdade sabe. Os problemas? Continuam. Mas tudo parece pequeno, sem importância (não, não vou partir para aquelas conversas sobre a nossa insignificância perante o Universo - aliás, quem é que gosta de ser lembrado que é insignificante?). Acho que é um espécie de transe: uma realidade paralela que as palavras falham ao tentar descrever. Mas um dia eu chego lá!
(Eu quero é mais!)
Créditos para o Gil, eu provavelmente nunca teria pensado nisso sozinha. Gracias!
A Verdade da Vida é a melhor coisa que deve existir. É a luz, o ar. Chegar perto dela é uma sensação inexplicável: só quem já deixou escapar por entre os dedos as nuvens da Verdade sabe. Os problemas? Continuam. Mas tudo parece pequeno, sem importância (não, não vou partir para aquelas conversas sobre a nossa insignificância perante o Universo - aliás, quem é que gosta de ser lembrado que é insignificante?). Acho que é um espécie de transe: uma realidade paralela que as palavras falham ao tentar descrever. Mas um dia eu chego lá!
(Eu quero é mais!)
Créditos para o Gil, eu provavelmente nunca teria pensado nisso sozinha. Gracias!
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